
Cameras encontraram Vedder no camarote com champanhe e cerveja belga durante a pausa de 'Alive', e o que veio depois entrou pra história do Mundial.
No dia 6 de julho, Eddie Vedder estava entre os 66.925 torcedores presentes no Seattle Stadium para a partida entre EUA e Bélgica, pelas oitavas de final da Copa do Mundo 2026. O jogo não foi uma boa tarde para o anfitrião: os americanos levaram 4 a 1 dos belgas e se despediram do torneio em casa.
Mas enquanto o campo entregava decepção, Vedder entregou o espetáculo. Durante a pausa obrigatória para hidratação do segundo tempo, as câmeras de transmissão encontraram o vocalista do Pearl Jam em um camarote, segurando uma taça de champanhe e uma lata de Stella Artois. Ao perceber que estava no telão, ele comandou a torcida num singalong de 'Alive', que ecoava pelas caixas do estádio, e depois bebeu a cerveja belga de um gole só, deixando o líquido escorrer pela camisa intencionalmente, para diversão de quem estava ao redor.
O jogo, porém, foi marcado por polêmica antes mesmo do apito inicial. O atacante americano Folarin Balogun deveria cumprir uma suspensão automática de um jogo pela expulsão sofrida contra a Bósnia-Herzegovina. Mas o presidente dos EUA, Donald Trump, pediu pessoalmente à FIFA que revisasse a decisão, alegando que 'não achava que tinha sido falta'. A FIFA atendeu e suspendeu a punição, numa decisão sem precedente histórico: desde 1962, antes de as suspensões automáticas existirem, nenhum jogador havia escapado de punição assim em 189 cartões vermelhos registrados na Copa.
A Real Federação Belga de Futebol (RBFA) disse estar 'assombrada' com a decisão. A seleção belga publicou nas redes a mensagem 'Overturn this' e admitiu, após a partida, que a injustiça só aumentou o desejo de vencer. Com o 4 a 1 no placar, ficou claro que funcionou.
via Louder (UK)
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