
O documentário sobre o clube all-ages que moldou a cena de Seattle traz a reunião de Ament, Mark Arm e Steve Turner, 3/5 dos Green River.
Tem projetos que vão além da nostalgia. O Metropolis The Documentary é um deles. O filme está se tornando um dos relatos mais interessantes sobre as origens da cena de Seattle porque não se limita a retratar um local histórico: reabre um mundo inteiro de encontros, música e formação cultural.
No centro do projeto está Jeff Ament, que no início dos anos 80 se muda para Seattle e entra em contato com uma cena ainda bruta mas já extremamente potente. O coração de tudo é o clube The Metropolis, um espaço all-ages que rapidamente virou referência para uma geração de músicos que encontrou ali o primeiro terreno livre para tocar, experimentar e crescer. Uma das primeiras casas do que depois se chamaria de grunge.
O documentário volta justamente a essa energia inicial. E um dos elementos mais fortes que emergiu das gravações é a reunião de Ament com Mark Arm e Steve Turner. Três nomes que juntos representam 3/5 dos Green River, banda fundamental da qual nasceram posteriormente caminhos como Mudhoney e Pearl Jam. Ver os três juntos nesse contexto significa voltar diretamente às origens de uma cena que mudou a música alternativa mundial. Não é saudade por saudade, mas a reconstituição de um momento preciso em que essa cultura tomava forma.
O projeto está em fase de pós-produção e tem uma campanha ativa no Seed&Spark, com foco em ampliar as possibilidades de circulação em festivais. A meta de 350 seguidores na plataforma é uma etapa-chave para desbloquear incentivos de distribuição. Os links para apoiar estão em seedandspark.com/fund/metropolis e metropolis-film.com/the-film.
via PJ Online IT
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